17/06/2019 às 14h07min - Atualizada em 17/06/2019 às 14h07min

Lixeira de madeira construída por moradores é incendiada no Centro

Quem passava pelo lixo em chamas pressupunha um ato criminoso mais do que aparente.

Lixeira queimada. (Foto Thompson Griffo)
Nessa noite de domingo (16) uma lixeira de madeira foi incendiada na Rua Mickeil Chequer, próximo à Praça David Gomes, nas imediações da residência do falecido Ex-prefeito Sr. Soniter.

Quem passava pelo lixo em chamas pressupunha um ato criminoso mais do que aparente. Uma atitude cívica, a lixeira seria construída por moradores com madeira pallett de forma suspensa, para dar facilidade na coleta e tirado o contato dos resíduos com solo e evitando assim que os cachorros espalhassem o lixo pela rua. Uma atitude rara na chamada Terra do Amor.

A falta de consciência e de educação ambiental da população de Ibatibanse é preocupante. Enquanto outras cidades que a BR 262 corta caminham em parceria com a população almejando desenvolvimento urbano com ruas cada vez mais limpas e leis municipais mais rígidas pra quem não coopera, Ibatiba segue tentando sem o apoio e cooperação da grande massa da população e sem punição pra quem comete esse tipo de ato. Casos como este são frequentes e a depredação das lixeiras trazem cada vez mais lixo às ruas.

Sem falar das lixeiras que sobram e não são utilizadas dando mais trabalho aos garis que, na teoria, deveriam só manter a manutenção da limpeza das ruas e praças de coisas como folhas de árvore etc.
Como não lembrar das lixeiras de latão que também seguiam o modelo suspenso e inúmeras foram arrancadas, furtadas e até serviram de churrasqueira. E do fato de que saberem o horário da coleta e mesmo assim empilhar aos montes o lixo doméstico depois que o caminhão passou.

Para além das casas, o comércio faz as ruas no final das tardes de sexta parecerem cena de um lixão. Cena vergonhosa já que o lixo fica ali até sábado de manhã e pode ser visto por todo o fluxo de pessoas que passam pela rua na sexta a noite. Mais uma vez o poder executivo está tentando solucionar o problema do lixo e implantou novas lixeiras por toda a cidade. 

Dessa vez o modelo será lixeiras de plástico resistente e que já utilizado na capital e cidades da região metropolitana, foram até construído postos para posicionamento das lixeiras.

A dúvida que prevalece é: Quanto tempo durarão essas novas lixeiras? Um ano, seis meses, quem sabe.

Como população precisamos garantir a durabilidade dessas lixeiras. É nosso dinheiro pago em impostos sendo revestido sendo cumprido o contrato social e afinal quem não quer viver cidade limpa? 

Texto de Thompson Griffo.
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